A centralidade de Jesus

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Existe uma música que eu gosto muito da banda Vineyard, que chama “Seja o Centro”, no qual em certo trecho, a canção possui o texto “Jesus, seja o centro, minha fonte, minha luz”. Quando estava pensando no assunto que trataria nessa semana, me veio à mente esta canção, que a letra se desenvolve com a ideia de que Jesus deve ser nosso centro, nossa fonte, luz, canção, salvação e razão de viver. Isso nos faz refletir sobre a centralidade que devemos ter sobre Jesus em nossa vida em todos os aspectos, não somente os espirituais, e é sobre isso que quero tratar hoje.
Quando examinamos a Bíblia, percebemos algumas coisas interessantes sobre quem é Deus, quem é o homem, e como Deus espera que tenhamos um relacionamento com Ele. É importante entendermos que tudo que existe, tudo que foi criado, foi criado por Deus, para Deus e é subsistente por meio de Deus (Cl 1:16-17). Tendo isso em mente, percebemos que Deus é o centro de toda a criação, e toda a criação deve corresponder ao seu querer e ao que Ele determinou nela.
No texto de Isaías 43:1, o profeta por meio de Deus declara que depois de nos ter resgatado, Deus afirma que pertencemos a Ele, somos Dele. E sendo de Deus precisamos satisfazer a sua perfeita vontade e propósito em nós. Portanto, tendo por base a ideia exposta no parágrafo anterior, se Deus é o centro de tudo que foi criado, e nós fomos resgatados para pertencer a Ele, então nós temos de ter a ciência de que Deus deve ser o nosso centro absoluto, aquilo que direciona o nosso modo de viver e pensar.
Existe uma discussão em alguns lugares do que parece distinguir aquilo que é santo contra aquilo que é profano aos cristãos, no sentido de que na Igreja, quando estamos com nossos irmãos em Cristo, devemos demonstrar e buscar o que é santo, enquanto quando estamos em nosso dia-a-dia, quando estamos lidando com pessoas não convertidas, podemos lidar com aquilo que é profano. Essa ideia parece ser totalmente contraditória com Gálatas 2:20 e com a ideia de centralizar a Cristo, pois estaríamos criando duas pessoas; a da Igreja, e a de convívio social com os não cristãos.
Queridos, centralizar Cristo em nós significa reconhecer que não podemos agir em nossa vida, se o alvo não for a glória de Deus, significa entender que tudo em que agirmos e fazemos deve ser conforme Cristo fez enquanto esteve na Terra, sem ter vida dupla, sem querer satisfazer a dois Senhores (Mt 6:24), mas fazer tudo para Deus, para agrada-lo, pois essa é a razão do viver.

Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém.
Romanos 11:36

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