Não somos chamados para sermos aceitos, somos chamados para glorificar a Deus

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Acaso busco eu agora a aprovação dos homens ou a de Deus? Ou estou tentando agradar a homens? Se eu ainda estivesse procurando agradar a homens, não seria servo de Cristo.

Gálatas 1:10

Vivemos num mundo em que a aparência conta muito. A aparência que digo não somente física, mas o que falamos, a forma que agimos, estamos sempre sendo observados (e julgados) por pessoas do trabalho, amigos, família, pessoas no convívio em geral. Porém um cristão genuíno não deve nunca negar a sua fé, qualquer que seja a hipótese, o cristão não deve fazer e falar coisas para agradar pessoas se isso for contra a sua fé, e aos ensinamentos de Jesus Cristo. Nossa vida, uma vez que pertence a Deus deve ser consagrada inteiramente a Ele, vivendo na esperança que nos foi dada, buscando santidade e cumprir com a vontade do nosso Deus, por mais que isso seja contra o que o mundo quer que façamos.

No livro de Gálatas, vemos uma cena interessante, o apóstolo Paulo, ao observar que Pedro estava agindo como gentio, repreendeu o que ele estava fazendo, pois obviamente estava fazendo aquilo para agradar aqueles homens quando na verdade deveria estar pregando o evangelho a eles – e vivendo conforme as verdades do evangelho, o que seria agradável aos olhos de Deus.

O maior exemplo, porém que temos da ideia de colocar a glória de Deus acima de tudo é de Jesus. Filipenses nos diz que Jesus mesmo sendo Deus, não usurpou ser igual a Deus, antes esvaziou-se e humilhou-se para ser obediente ao Pai, Jesus é Rei, é Deus, é majestade absoluta no universo e mesmo assim, deixou todo o seu direito de Filho de Deus para glorificar ao Pai.

Jesus também não tinha a intenção de agradar aos homens, sempre que os fariseus o questionavam sobre o que ele fazia (segundo eles estava contra a Lei mosaica), ao invés de se desculpar, ou tentar “leva-los na conversa”, Jesus falava a verdade, e a verdade que era de Deus por mais que isso os deixasse nervosos.

A ideia de ser cristão pode ser comparada de uma maneira bem boba com a de se tornar um estrangeiro em uma terra desconhecida. Você já foi de um país que as pessoas te aceitavam, na qual você tinha uma identidade e sabia o que era ou não pra fazer, mas a partir do momento que você vira um estrangeiro, você precisa mudar. Seus hábitos, seu jeito, suas ideias não podem ser as mesmas, você está em um novo mundo.

Em uma sociedade pós-moderna, no qual não parece mais que temos só de conviver com aqueles que pensam diferentes, mas somos obrigados aceitar e concordar com eles, ser cristão é ser visto como retrógrado, como careta, como aquele que não aceita que o “mundo tome novos rumos”. O mundo porém está encaminhando para o seu fim, e quanto mais tempo passar, mais a criação gemerá pela volta de Jesus e mais o maligno será parte do hábito dos homens.

Ser cristão é entender que Deus é o único que devemos servir e somente agradar a Ele, pois foi Ele que nos criou, Ele que nos deu vida, Ele que nos salvou, Ele que nos permite viver em abundância e Ele que verdadeiramente nos ama, á Ele portanto seja a glória por tudo que fazemos e pensamos, por mais que o mundo nos odeie.

 

“Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; como, todavia, não sois do mundo, pelo contrário, dele vos escolhi, por isso, o mundo vos odeia.” (Jo 15:19)

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