A nossa esperança e a libertação da vida passageira

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Uma vez que fomos comprados pelo sangue de Jesus Cristo, passamos a pertencer a Ele para todo o sempre. Essa esperança de pertencimento ao Senhor é algo tão magnífico e glorioso que acho que por mais que nossa mente imagine, não sabemos o quão grandioso isso realmente é. A esperança da vida eterna de um cristão é algo que nos diferencia das outras pessoas porque nosso alvo de vida muda, nossa perspectiva do mundo é alterada. Para um cristão, pensar na eternidade é reconhecer que estamos neste mundo por um tempo determinado e que neste tempo não devemos nos preocupar com coisas fúteis, pois o nosso alvo não é se aposentar com muito dinheiro, mas estar eternamente com o Mestre.

A Palavra de Deus no evangelho de Lucas nos mostra um relato interessante, um homem rico chegou em Jesus e o questionou o que seria necessário para ter a vida eterna, Jesus então sabendo que aquele homem já conhecia os mandamentos o advertiu que ainda faltava uma coisa, que seria vender todos os bens para dar aos pobres para então ganhar o tesouro dos céus, o homem ficou entristecido pois era muito rico. A ideia que Jesus nos transmitiu neste texto é de que o comportamento nosso é de ter como alvo a riqueza e os tesouros do céu e nos desprendermos daquilo que possuímos aqui na Terra, pois apesar de não ser errado ganharmos dinheiro enquanto estamos aqui, a ambição não deve ser pelos bens da Terra, mas pelo tesouro dos céus.

Diante do relato anterior, a impressão que pode causar para muitos é que o homem rico perderia algo, e que isso seria algo negativo para ele, algo que o Senhor fez de maneira muito severa, porém vejamos por outro lado. Em Filipenses, o apóstolo Paulo nos diz que perdeu todas as coisas, pela excelência do conhecimento em Cristo, porém ele considera todas essas coisas como escória perto do que é pertencer a Jesus. Observe que Paulo verdadeiramente menospreza as coisas, o pertencimento ao mundo, antes ele reconhece que o tesouro mais valoroso de todos é pertencer ao nosso Mestre. Tendo em mente ainda que Paulo durante sua vida missionaria sofreu muito, com prisões, fome, humilhação, tortura, enquanto ele poderia estar em Roma gozando de uma boa vida, ele reconheceu aquilo que o homem rico não reconheceu – antes importa o sofrimento deste mundo para conquistar o reino dos céus do que ter uma vida sem Cristo com muitas riquezas.

Vivemos em um mundo ambicioso, do qual buscar, ter, conquistar é algo valorizado pelas pessoas e pela sociedade. Porém precisamos ter em mente que a maior conquista foi termos sido salvos para sempre por Jesus Cristo. Esse Jesus que nos salvou nos promete algo muito maior que podemos conquistar na Terra, que é a vida eterna. A descrição da vida eterna no livro de Apocalipse parece algo que todos nós queremos; uma vida sem pranto, dor, sofrimento, lágrimas. Uma vida que não vamos nos preocupar com absolutamente nada, pois estaremos para sempre com Deus, como verdadeiros filhos Dele. Essa vida eterna que nos foi prometida é aquela que nos faz descansar e desprender das mazelas e tristezas do mundo, pois enquanto alguns choram a devassidão do mundo, nós celebramos que em breve estaremos livres disso, e um bom começo para experimentarmos essa vida eterna é nos desprendermos daquilo que temos na Terra, para vivermos em direção ao alvo; Jesus Cristo.

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